Texto coro grego orquestra conexão
Oper Und Drama 3.VI
Wir haben nun alle Bänder des Zusammenhanges für den einigen Ausdruck des Dramas erfaßt und uns jetzt nur noch darüber zu verständigen, wie sie unter sich verknüpft werden sollen, um als einige Form einem einigen Gehalte zu entsprechen, der nur durch die Möglichkeit dieser einigen Form als ein ebenfalls einiger erst sich zu gestalten vermag. –
Der lebengebende Mittelpunkt des dramatischen Ausdruckes ist die Versmelodie des Darstellers: auf sie bezieht sich als Ahnung die vorbereitende absolute Orchestermelodie; aus ihr leitet sich als Erinnerung der »Gedanke« des Instrumentalmotives her. Die Ahnung ist das sich ausbreitende Licht, das, indem es auf den Gegenstand fällt, die dem Gegenstande eigentümliche, von ihm selbst aus bedingte Farbe zu einer ersichtlichen Wahrheit macht; die Erinnerung ist die gewonnene Farbe selbst, wie sie der Maler dem Gegenstande entnimmt, um sie auf ihm verwandte Gegenstände überzutragen. Die dem Auge sinnfällige, stets gegenwärtige Erscheinung und Bewegung des Verkünders der Versmelodie, des Darstellers, ist die dramatische Gebärde; sie wird dem Gehöre verdeutlicht durch das Orchester, das seine ursprünglichste und notwendigste Wirksamkeit als harmonische Trägerin der Versmelodie selbst abschließt. – An dem Gesamtausdrucke aller Mitteilungen des Darstellers an das Gehör, wie an das Auge, nimmt das Orchester somit einen ununterbrochenen, nach jeder Seite hin tragenden und verdeutlichenden Anteil: es ist der bewegungsvolle Mutterschoß der Musik, aus dem das einigende Band des Ausdruckes erwächst. – Der Chor der griechischen Tragödie hat seine gefühlsnotwendige Bedeutung für das Drama im modernen Orchester allein zurückgelassen, um in ihm, frei von aller Beengung, zu unermeßlich mannigfaltiger Kundgebung sich zu entwickeln; seine reale, individuell menschliche Erscheinung ist dafür aber aus der Orchestra hinauf auf die Bühne versetzt, um den im griechischen Chore liegenden Keim seiner menschlichen Individualität zu höchster selbständiger Blüte, als unmittelbar handelnder und leidender Teilnehmer des Dramas selbst, zu entfalten.
Apreendemos agora todos os laços de conexão para a expressão unificada do drama e agora só temos que concordar sobre como eles devem ser ligados entre si para corresponder como uma forma unificada a um conteúdo unificado, que só pode ser alcançado através a possibilidade desta forma unificada como uma forma igualmente unificada só é capaz de moldar a si mesma. –
O centro vivificante da expressão dramática é a melodia dos versos do intérprete: a melodia orquestral absoluta preparatória refere-se a ela como uma premonição; é dela que deriva o “pensamento” do motivo instrumental como memória. A premonição é a luz difusa que, incidindo sobre o objeto, transforma a cor peculiar do objeto, que é condicionada por si mesma, em uma verdade visível; a memória é a própria cor adquirida, pois o pintor a extrai do objeto para transferi-la para objetos a ela relacionados. A aparência e o movimento visíveis, sempre presentes, do locutor da melodia em verso, o performer, é o gesto dramático; torna-se mais claro ao ouvido pela orquestra, que completa sua original e mais necessária eficácia como portadora harmônica da melodia dos versos. - A orquestra toma assim uma parte ininterrupta, portadora e esclarecedora na expressão global de todas as comunicações do intérprete ao ouvido e ao olho: é o ventre móvel da música, a partir do qual cresce o vínculo unificador da expressão. – O coro da tragédia grega deixou sua importância emocionalmente necessária apenas para o drama na orquestra moderna, a fim de desenvolver-se nela, livre de todas as restrições, em uma manifestação imensuravelmente diversa; mas sua aparência humana real e individual é transferida da orquestra para o palco, a fim de desdobrar o germe de sua individualidade humana que jaz no coro grego até o mais alto florescimento independente, como participante direto e sofredor do próprio drama.
[ In the modern orchestra we have all that has been bequeathed to us of that significance in dispensable to feeling which appertained to the chorus of Grecian Tragedy; in order that we may develop it, free from all restraint, as an endlessly manifold presentation. The real and individually human manifestation of the Greek Chorus is, however, transferred from orchestra to stage; so that the kernel of its human individuality may, in our drama, be unfolded to the highest independent bloom, and take an active part in, as well as be acted upon, by the drama itself.}
Na orquestra moderna, temos tudo o que nos foi legado daquele significado dispensável ao sentimento que pertencia ao coro da tragédia grega; para que possamos desenvolvê-lo, livre de qualquer restrição, como uma apresentação infinitamente múltipla. A manifestação real e individualmente humana do Coro Grego é, no entanto, transferida da orquestra para o palco; de modo que o cerne de sua individualidade humana possa, em nosso drama, ser desdobrado até o mais alto florescimento independente, e tomar parte ativa, bem como ser atuado pelo próprio drama.
O coro da tragédia grega deixou sua importância emocionalmente necessária para o drama apenas na orquestra moderna, a fim de se desenvolver nela, livre de todas as restrições, em uma manifestação imensuravelmente variada.
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