[Eine Mittheilung an meine Freunde. (Verworfener Schluss)]

 [Eine Mittheilung an meine Freunde. (Verworfener Schluss)]

In der that, mit einem jubel meiner ganzen seele, wie ich mich dessen nicht mehr fähig glaubte, nahm ich nun den zuruf auf: ich entwarf und vollendete in fliegender schnelle eine neue dichtung, die ich nun eben so auszuführen entschlossen bin. Ich schreibe dieses werk für meinen freund Liszt, für die liebenswürdigen künstler, die mir so eifrig ergeben sind, und für die freunde, die ich mir durch meine kunst unter den menschen jedes standes erworben habe: dieß alles aber fasse ich in den lokalen begriff: Weimar zusammen. Dieß genügt mir vollkommen, ja es ist einzig das, was ich mir nicht nur unter den gegenwärtigen umständen, sondern überhaupt wünschen kann, und jeder wird mich hierin begreifen, der mich in dem verstand, was ich über meine abneigung gegen das monumentale, überall und jederzeit gültig sein sollende, sagte. Vor allen meinen freunden reiche ich aber Liszt die hand, und rufe ihm zu: Du bist der schöpfer des werkes, zu dessen ausführung ich mich jetzt mit jugendlichstem eifer wende! –


Nur noch ein wort über dieß vorhaben selbst. Wer seiner ausführung mit der erwartung entgegen sieht, als werde er irgend etwas der oper ähnliches kennen lernen, der täuscht sich gründlich. Ich schreibe keine oper mehr: da ich keinen willkürlichen namen dafür erfinden will, so nenne ich es drama, weil hiermit wenigstens am deutlichsten der standpunkt bezeichnet wird, von dem aus das, was ich biete, empfangen werden muß. Dieß drama ist, bei seinen umfassendsten und weit verzweigtesten beziehungen, dennoch von der einfachsten und übersichtlichsten handlung, ohne aller und jeder absichtlichsten ausschmückung *) , als der des treffendsten ausdruckes, den ich ihr zu geben mich einzig bemühe. Die handlung ist ihrem wesen


[Uma mensagem aos meus amigos. (Final rejeitado)]

De fato, com uma alegria que tomou conta de toda a minha alma, como eu já não acreditava ser capaz de sentir, aceitei o chamado: concebi e completei com a velocidade de um raio um novo poema, que agora estou decidido a apresentar. Escrevo esta obra para meu amigo Liszt, para os amáveis ​​artistas que me são tão dedicados e para os amigos que conquistei através da minha arte entre pessoas de todas as classes sociais: tudo isso, porém, resumo no conceito local de Weimar. Isso me basta completamente; aliás, é a única coisa que posso desejar, não só nas circunstâncias atuais, mas em geral, e todos me entenderão nisso, se compreenderem o que eu disse sobre minha aversão ao monumental, ao que se supõe ser válido em todos os lugares e em todos os tempos. Diante de todos os meus amigos, porém, estendo a mão a Liszt e o convido: Tu és o criador da obra cuja execução agora me dedico com o mais juvenil zelo! –


Só mais uma palavra sobre este projeto em si. Quem aguarda ansiosamente a sua execução esperando encontrar algo semelhante a uma ópera está redondamente enganado. Não estou mais escrevendo uma ópera: como não quero inventar um nome arbitrário para ela, chamo-a de drama, pois isso indica com mais clareza o ponto de vista a partir do qual o que ofereço deve ser recebido. Este drama, apesar de suas conexões abrangentes e profundas, possui, no entanto, o enredo mais simples e claro, sem qualquer embelezamento deliberado*), exceto pela expressão mais adequada, que me esforço para lhe conferir. O enredo, em sua essência, é a própria essência.

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